Crise de 29 x Crise Atual

Desvendando ambas as crises…

Arquivo para março 2009

Entendendo o Subprime!

com 2 comentários

A grande dúvida da crise!

O que é Subprime?

 

Subprime lending rate é um crédito dado à uma pessoa que terá um pagamento incerto. É um empréstimo feito à pessoas que não são seguras na esperança de um retorno. Ao contrário delas, existe o prime lending rate, o grupo na qual se encontram os credores de baixo risco de inadimplência.

Individualmente o subprime pode ser arriscado, porém, em grande quantidade podem ser lucrativos(ou não como no caso da crise) aos bancos; os juros altos que serão pagos ao longo da vida do empréstimo aumenta muito mais do que o valor inicial do empréstimo, podendo cobrir o buraco feitos pelos credores inadimplentes e ainda gerar lucro ao banco.

O problema é que houve uma porcentagem muito pequena de pagamentos na crise, gerando uma “bolha” de títulos podres, causando um déficit enorme para os bancos.

 

 

Fonte: http://www.investopedia.com/terms/s/subprimeloan.asp

 

 

 

 

 

Escrito por rbomeisel

24 de março de 2009 em 8:08 pm

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Entendendo Ambas as Crises

com um comentário

 

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Esta charge retrata, de um modo humorístico, os principais afetados pelas crises.

Por isso, vou usá-la como introdução deste post, que pretende explicar melhor a origem de ambas as crises.                                                                                                   

            Como podemos observar no primeiro quadro, que expõe a situação da crise de 29, um banqueiro se joga de uma janela de algum prédio dos EUA, provavelmente em Wall Street. No segundo quadro, onde a atual crise é representada, vemos pessoas sendo jogadas do mesmo prédio, só que agora é o banqueiro quem as joga.

            A relação da origem de ambas as crises é bastante parecida. A primeira (de 29) se originou da superprodução das indústrias que cresciam absurdamente. As ações sempre estavam em alta, e a produção de ferro agia em 100% de sua capacidade. O mercado de ações fervilhava. Um cidadão que não possuía dinheiro obtinha empréstimos nos bancos. O empréstimo concebido pagava cerca de 90% do valor total da ação. O cidadão-investidor comprava a ação, esperava-a valorizar, vendia, quitava sua divida com o banco e embolsava o lucro. Porém houve uma hora em que o consumidor já não precisava mais dos produtos fabricados e houve uma brusca queda no consumo destes. Porém as indústrias não acompanharam esta queda, o que levou a um enorme prejuízo. Os investidores que investiram na bolsa, perderam tudo e não tinham como pagar os bancos e, muitos, quebraram. Mas por que os banqueiros foram os mais afetados? O povo não sofreu demissões em massa? Sim, sofreu.Sofreu muito também pois o atual presidente, Herbert Hoover demorou muito para agir. O governo da época estava muito ligado com o livre-mercado, portanto, acreditava numa mudança milagrosa que revertesse o efeito da crise. Milhares de americanos perderam seus empregos agravando ainda mais a crise. O mundo todo estava em meio a uma crise enorme.

 Mas com a chegada de Franklin Delano Roosevelt, melhorou. Ele aplicou formas Keynesianistas, e com fortes reformas na  infraestrutura americana, gerou empregos e aqueceu, depois de algum tempo, a economia. Um grande trunfo de Roosevelt foi aplicar na infraestrutura, pois isso reaqueceu a economia, criando consumidores,as empresas começaram a produzir mais e vender mais. A confiança voltara. Na economia, a confiança é o que determina a queda ou a valorização. A certeza de lucro.

            A atual crise no mercado imobiliário dos EUA. Americanos compravam casas a prazo com crédito do banco, dando como garantia, uma hipoteca da própria casa adquirida. Essa hipoteca, que se chama subprime, era negociada pelos bancos que acreditavam em um retorno dos consumidores. Em meio à esta agitação do mercado imobiliário, houve uma produção muito grande de casas. Com isso ocorreu uma desvalorização de casas, por que quando um produto está em abundância no mercado, ele tende à cair. Além também da inadimplência. A queda da hipoteca acompanhou a queda dos preços das casas. Os bancos tinham muito menos do que esperavam; as transações feitas entre os bancos que vendiam e compravam estes títulos podres, havia valorizado o preço destes muito além do que eles realmente valiam. E então bancos quebraram, levando consigo ações de outras empresas que também quebraram e demitiram muitos funcionários diminuindo o mercado consumidor de todas as empresas. O famoso “efeito dominó.” Mas agora era a vez dos bancos serem ajudados. O governo gastou mais que US$1trilhão para comprar títulos podres de bancos e impedir que eles quebrassem. Os banqueiros foram salvos, já o povo ainda não.

            Pode-se dizer que a Crise de 29 foi uma crise de mercado que influenciou o sistema financeiro, e a atual crise uma crise financeira que influenciou o mercado. E que nem sempre, onde a crise é originada é onde tem o maior impacto econômico.

 

 

 

 

Fonte:BRENER, Jayme. 1929: A Crise Que Mudou O Mundo. São Paulo: Ática, 1997.

 

 

 

Escrito por rbomeisel

14 de março de 2009 em 1:58 am

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Introdução

com 8 comentários

              

               Neste blog, pretendo realizar todas as exigências da apostila do Projeto Pessoal, da escola Suiço Brasileira de São Paulo;ele é meu projeto criativo, uma parte do projeto pessoal. Escolhi meu tema, relacionado à economia, pelo fato de me interessar pela área. A atual crise ecônomica veio à tona, permitindo-me efetuar analogias sobre esta crise e o famoso “crash” da bolsa de NY ou especificamente a crise de 29. E eventualmente responder a minha pergunta investigativa: “Qual das crises foi mais impactante de um modo geral?”. Tenho o apoio de meu professor orientador, Iberê W.. Eu o escolhi pelo seu tirocínio nas áreas de economia e principalmente,história, logo após o meu antigo orientador Paulo B., ter se desligado da escola.

Agradeço ao economista Ricardo T. Favalli, pela grande ajuda.

Por favor, mandem qualquer dúvida, que tentarei responder, dentro do possível.

 

Obrigado.

 

Raphael C. O. Bomeisel, estudante da 9a série da Escola Suiço Brasileira de São paulo.

 

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Escrito por rbomeisel

5 de março de 2009 em 11:58 am

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